Histórias para se inspirar

“A filha deles? Ah, ela agora vai ter que se esforçar para alcançar os pais”

Paula Starling | 30/07/2021

Normalmente quando se fala em intercâmbio ou cursos no exterior, a maioria das pessoas imagina um adolescente ou, no máximo, um jovem universitário, que está começando a vida e querendo se “aventurar” mundo afora. E realmente as estatísticas não mentem e grande parte dos estudantes que vão fazer algum tipo de programa educacional no exterior tem entre 15 e 24 anos.

A história de hoje não começa diferente. É a história de pais que procuraram a Intervip para olhar um intercâmbio para sua filha adolescente. Era o ano de 2015. A ideia inicial era fazer o high-school, de um semestre ou quem sabe até de um ano letivo. Mas o mais interessante é que, diferentemente da maioria, onde o adolescente está “louco” para fazer o intercâmbio e precisamos convencer os pais de que a experiência é única e mostrar todos os benefícios, aqui quem precisava ser convencida era a filha.

Por mais argumentos que todos, inclusive e principalmente os pais, falavam para ela, nada a convenceu de ir morar fora durante a sua adolescência. Isso comprova a nossa teoria – cada pessoa tem um perfil diferente e, por isso, existem tantos programas diferentes. O grande “X” da questão é encontrar o programa que mais se adequa ao perfil do cliente – e não necessariamente, dos pais da cliente, nesse caso. 

Sabe aquela história de que muitas vezes colocamos nos filhos o nosso sonho? Pois é. No ano seguinte o pai nos procura, querendo planejar o seu intercâmbio, já que a filha não foi. E já que é para sonhar, vamos sonhar de verdade. 

No caso do Marcos, o sonho dele era conhecer a Escócia, provar o uísque “na fonte” e aperfeiçoar o inglês, ao vivo e em cores. Para sua surpresa, na mesma época em que ele estaria em Edimburgo, acontecia um dos maiores festivais de arte e cultura do mundo. 

Hospedou-se em casa de família, como manda o figurino, e teve uma experiência maravilhosa. Pronto, o bichinho do intercâmbio tinha picado a família. Ainda por cima, ao final do curso, a filha e a mulher foram se juntar a ele na Itália para visitar a fábrica das motocicletas Ducati, outra paixão da família.

No ano seguinte foi a vez da mãe, a mulher do Marcos. Aída seguiu para seu primeiro intercâmbio: um curso de italiano em Bologna, na Itália e também optou por morar com uma família. 

Quando o bichinho pica alguém é difícil ficar livre. No ano seguinte o Marcos resolveu ir novamente para a Escócia fazer outro curso, e de novo assistiu, pela segunda vez, o mesmo festival. 

Para não ficar para trás, Aída se matriculou para outro curso de italiano, desta vez em Florença. Aí veio a pandemia, mas ela está firme e forte, só esperando poder embarcar novamente para a Itália.

A filha deles? Ah, ela agora vai ter que se esforçar para alcançar os pais, porque o Marcos já tem planos para fazer outro curso na Europa ou na Nova Zelândia. 

Por isso sempre dizemos, intercâmbio não tem idade, basta querer. E são várias escolas que oferecem programas incríveis para adultos e até mesmo para a “Melhor Idade”.

Saiba mais: (31) 98421 4804