Enamorados do Brasil

Amanhã, o famoso, adorado e “odiado” 12 de Junho, o Dia dos Namorados.

Humberto Alves Pereira Filho | 11/06/2021

diretor Humberto Alves Pereira Filho

Famoso mundialmente, dia 14 de fevereiro, como “Saint Valentine’s Day” ou simplesmente “Valentine’s Day”. Dia de São Valentim, homenagem ao bispo valente, que ousou desobedecer as ordens do imperador romano, Cláudio II.

O imperador e ditador havia proibido o casamento em tempos de guerra. Segundo ele, solteiros eram guerreiros que lutavam mais e melhor. Faz sentido!

Valentim, nem aí, continuou casando o povo. Por esta desobediência, foi preso e condenado à morte, dia 14 de fevereiro, Século III. Pronto! Virou mártir e ídolo dos namorados, apaixonados e casadoiros.

No Brasil, comemoramos em 12 de junho porque é véspera do Dia de Santo Antônio, o santo casamenteiro.

Então, feliz Dia dos Namorados, para quem pode! E também para quem odeia este dia, por estar sozinho. O segredo é estar bem consigo mesmo ou simplesmente apaixonado por alguém, alguma coisa, causa; algum motivo, algo a ser comemorado.

Por exemplo, feliz Dia dos Namorados do Brasil. Ele merece!

Foi capa do “Wall Street Journal”: a economia brasileira voltou ao patamar de antes da sinistra e triste Covid-19.  Criminalidade despencando, recordes na produção de grãos e o título de maior exportador de carne do mundo.

Estatais dando lucros jamais vistos. Obras estruturais de ferrovias e rodovias a todo vapor. Isso, além da construção, no Rio, de uma fábrica de vacinas com capacidade para 600 milhões de doses anuais, que ficará pronta em novembro. 

Trocando em miúdos, o assunto é a variação do nosso Produto Interno Bruto, PIB, para os íntimos, campeão mundial, semana passada. Taxas positivas em agropecuária, indústria e Serviços, puxando o crescimento de 1,2% do PIB no primeiro trimestre de 2021, em relação ao último trimestre de 2020. Fonte: Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística – IBGE.

Deu no Correio Braziliense: Avanços nas indústrias extrativas, construção; eletricidade, gás, água, esgoto e atividades de gestão de resíduos.

Nos serviços, 73% do PIB, resultados positivos em transporte, armazenagem e correio, intermediação financeira e seguros, informação e comunicação, comércio e atividades imobiliárias.

A fundamental e tão cobrada despesa de consumo do governo teve queda (-4,9%) em relação ao primeiro trimestre de 2020 e retração de 0,8%.

E tem gente discutindo o “sexo dos anjos, dente em testa de galinha” e a realização da Copa América. Mesmo como todos os campeonatos rolando a bola: estaduais, Brasileirão, Sul Americana e Libertadores.

Pasmem! Até “isso a Globo mostrou”, no Jornal Nacional, um “tweet” do presidente Jair Bolsonaro: “Nosso PIB superou as expectativas para o 1º trimestre, crescendo 1,2% e voltando ao ritmo otimista do período pré-pandemia. Resultado de um trabalho intenso que priorizou, além do combate à doença, proteger empregos e garantir a dignidade dos brasileiros”.

A Bolsa de Valores? Um foguete! Dia 7, quando escrevo, a Bolsa brasileira conseguiu, pela sexta vez consecutiva, novo recorde histórico de fechamento. O Ibovespa subiu 0,50%, aos 130.776,27 pontos, embalado pelo discurso pró reforma vindo do Congresso Nacional e apoiado na alta do setor bancário. No câmbio, o dólar estável, em leve alta de 0,03%, cotado a R$ 5,0369.

Convenhamos! Estas notícias não dão vontade de aquecer ainda mais a Economia, na segunda data mais “quente” do ano, depois dos Dia das Mães?

Não incentiva a comprar e dar presentes, flores e bombons, com cartão e tudo? De distribuir “abraços e beijinhos e carinhos sem ter fim, que é pra acabar com esse negócio, de você viver sem mim”?

Bom, eu vou começar por minha eterna namorada, minha mulher, Mariana. No mais, chega de saudade, os bons tempos estão voltando.

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