Coluna Humberto Alves Pereira Filho! Novinho em folha

Que a gente vença as batalhas e continue sendo porta voz de ótimas e positivas notícias.

Humberto Alves Pereira Filho | 13/01/2022

Dia delas, coluna Humberto Alves Pereira Filho

A expressão “novo em folha”? Vem das folhas de papel branquinhas, limpinhas e sem amassados; folhas encontradas em livros novos, com cheirinho de gráfica. Livros “novos em folha”.

Um ano novinho em folha? Mesma coisa. Mesmo já desfalcado de alguns dias, 2022 é um calendário em branco, limpinho e quase sem dias riscados do mapa. 2022 é um livro em branco e aberto; lápis e caneta estão em nossas mãos.

Uma coisa é certa, ou quase. O bem-vindo 2022 será melhor que 2021 e bem melhor que 2020.

Geralmente fazemos pedidos para o ano novo, na passagem do 31 de dezembro para o 1º de janeiro. Mas ainda dá tempo de desejar muita coisa boa e todas as realizações aos amigos do CIDADE CONECTA, em sua primeira edição do ano.

O primeiro desejo, claro, é que, em 2022, fiquemos imunizados e livres para sempre deste chato e maldito Coronavírus. Que o mundo volte ao normal, ao anormal, desde que, em 2023, a Covid-19 seja apenas uma sinistra memória.

Por outro lado, espero que a pandemia tenha nos ensinado várias lições. Que a vida, de tão frágil, linda e fugaz, seja valorizada a cada nascer e pôr do sol. Que as pessoas estejam mais solidárias e generosas. Que o meio ambiente seja respeitado. Que a tolerância e o respeito reinem de mãos dadas.

Enfim, que o ser humano tenha evoluído, produzindo mulheres e homens melhores.

No lado mais prático, 2022 promete ser pródigo em efemérides; eventos desafiadores e únicos. Esperemos que tudo acabe em festa e comemorações.

2022 é o ano do centenário da Semana de Arte Moderna. Uma data que merece todas as palmas. Afinal a pandemia provou por A + B + Z que, a arte, na TV, sacadas, ruas e “lives” foi o grande consolo dos confinamentos, “um pouquinho de saúde, um descanso na loucura”, como queria Guimarães Rosa.

Quando entrar setembro, vamos soltar o grito pelo bicentenário da Independência do Brasil. Que data! Que privilégio! Ano perfeito para desejar à nossa amada pátria, mais independência, força, coragem, sorte e fé para cumprir, finalmente, seu destino e vocação como uma nação de verdade, uma das maiores do mundo. Não fujamos da luta.

Por falar em independência, este ano também tem eleições para a presidência da França e do Brasil. Deixemos os franceses decidirem sua sorte e foquemos na nossa.

Sem “fogo amigo”, desejo que cada brasileiro pense muito bem antes de digitar nas famigeradas urnas. Comparem, tirem a memória da gaveta, queimem os preconceitos; informem-se e fujam das “fakes news”. Com muita calma e sensatez, votem conscientemente, com coração e mente, sem medo da felicidade.

Findas as eleições, ordeiras, pacíficas, justas e honestas, desejo ao Brasil paz e prosperidade. Já aos brasileiros, votos de prosperidade e paz.

O esporte, como a arte, também foi um grande aliado e delicioso entretenimento neste dois anos em que vivemos em perigo. Os atleticanos foram mais felizes que nunca, papando o Campeonato Brasileiro e a Copa do Brasil. Que em 2022 o Galo também seja bicampeão da Libertadores que, ano passado, bateu na trave. E com chute do incrível Hulk, por incrível que pareça.

Que o América continue na rota certa e que o Cruzeiro ache o caminho de volta para casa, a Série A.

Infelizmente não vivemos apenas de arte e esporte, muito menos podemos depender da política. Mas podemos confiar em Deus, sendo ele brasileiro ou não.

Então, continuando a lista de desejos, com ou sem lâmpada maravilhosa, torçamos para a economia continuar vencendo a guerra contra a crise. Que vençamos as batalhas contra o desemprego e a inflação, de preferência com sedutor poder de compra.

Por fim, seu eu tiver direito a um último desejo, gostaria de puxar a brasa para o meu salmão.

Assim, que o CIDADE CONECTA continue sendo porta voz de ótimas, “otimixstas” e positivas notícias, num ano suave como uma noite de F. Scott Fitzgerald.

Felizes fevereiro, março, abril, maio…

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