Circuito de Mercados em BH e região metropolitana deve gerar de quatro mil empregos

O objetivo do projeto é trasformar a capital mineira em um polo nacional do agronegócio

Da Redação | 12/11/2020

Economia. No próximo ano, uma novidade deve animar os mineiros. É que o grupo Uai e a Fundação Doimo vão implantar em Belo Horizonte e região metropolitana cinco novos Mercados para que o pequeno agricultor comercialize seus produtos.

“Queremos que a mercadoria saia das mãos de quem produz para as mãos de quem consome”, esclarece o presidente da Fundação Doimo, Elias Tergilene.

De acordo com o diretor, implantar a distribuição direta da produção garante uma melhor margem de lucro para o produtor que poderá receber pelo menos 50% do valor da sua mercadoria. Essa nova política de lucros pode beneficiar também o consumidor que contará com preços mais baixos, ressalta o presidente da Fundação Doimo.

Além dos pequenos produtores irão fazer parte do projeto Mercado de Origem detentos de presídios de Ribeirão das Neves e famílias da comunidade quilombola, de Moeda. As duas cidades estão na região metropolitana de Belo Horizonte.

Os Mercados de Origem vão funciona em Belo Horizonte: na zona sul, nos bairros Padre Eustáquio , Santa Teresa, Venda Nova e na cidade de Ribeirão das Neves , na região Metropolitana. O projeto Mercado Origem prevê um investimento da ordem de R$115 milhões de reais

Nesses espaços vão ser instalados quatro mil pontos de vendas assim distribuídos : no Mercado de Origem da zona sul vão ser 1 mil pontos , em Santa Tereza 800 , no Padre Eustáquio 400 , em Venda Nova 500 e em Ribeirão das Neves 1, 5 mil “Se cada empreendedor contratar uma pessoa vão ser gerados diretamente quatro mil empregos e no campo pode multiplicar este número por 10’, comemora Tergilene.

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