Brasil, Coração do Mundo, Pátria do Evangelho

Bom dia, não! Ótimo dia!

Humberto Alves Pereira Filho | 06/09/2021

diretor Humberto Alves Pereira Filho

Hoje é dia 6, mas amanhã é dia 7. Não um vulgar 7, mas o 7 de Setembro, o dia, desde 1822, do brado retumbante, “Independência ou Morte”. Mas não exageremos, por enquanto, Independência está de bom tamanho.

E exatamente porque hoje é véspera de um enigmático, inédito e inesquecível 7 de Setembro, convido à uma modesta viagem no tempo; do passado ao futuro muito próximo.

Em 1941, foi publicado Brasil, País do Futuro” do escritor judeu austríaco, Stefan Zweig.

Fiquemos no título de seu livro, quase um carma do Brasil. Explicou Zweig: “Um olhar para o futuro do mundo”, negando o presente, projetando-se em incerto amanhã.

Mas que país é este?

Está até no Google: “O Brasil sempre foi o país do futuro. Dono de riqueza proporcional à nossa extensão continental e demografia. O país que precisa de grandes investimentos em infraestrutura e muito a avançar no desenvolvimento”. Desenvolvimento também espiritual.

Já é uma definição a comemorar, mas tem mais.

Pausa para uma carona com nosso mais famoso médium, Chico Xavier e o Espirito Humberto de Campos, no livro, “Brasil, Coração do Mundo, Pátria do Evangelho”.

Voltemos ao Século 14, quando Jesus visita a Terra para observar seu progresso: “Nas terras novas do Cruzeiro do Sul, rogou as bênçãos de Deus para onde transplantaria seu Evangelho de piedade e amor. Em seu solo santificado e exuberante, estará o sinal da fraternidade universal”. Brasil!

“Onde todos os povos aprenderiam a Lei da Fraternidade Universal” com a união das “Três Raças Tristes”, cada uma com mil e uma razões. Brasil!

Os “povos da terra da Fraternidade Universal”: índios, degradados portugueses e negros. O sofrimento da redenção em forma de paz, amor, ordem e progresso. Brasil!

Por isso é bom reforçar e tranquilizar os brasileiros. Principalmente neste 7 de Setembro, reflitamos sobre a grandeza do Brasil e seu incontornável destino de glórias.

Vale até a brincadeira: o Papa pode ser argentino, mas Deus é brasileiro, mesmo!

Daí esta vocação para celeiro material e espiritual do mundo. Formado por povos simples, espíritos em prova e purificados.

Tudo já estava escrito nas estrelas. O universo, Jesus e os espíritos mais nobres conspirando a favor do Brasil, antes, durante e depois de Pedro Álvares Cabral.

Podem acreditar, devemos acreditar.

Não entremos em pessimismo e provocações. Vamos sim, patriotas, para as ruas, neste cívico 7 de Setembro, não para destruir, mas para festejar e ajudar a construir um Brasil melhor. O destino está traçado, somos a régua e o compasso, “vivendo em pura fraternidade”.

Este é mesmo o País do Futuro calcado no passado de sacrifício, mas dedicado à solidariedade, trabalho e obediência.

A longa é a História do Brasil e a infinita a luz de “Brasil, Coração do Mundo, Pátria do Evangelho”, caminhando bem e juntas.

Amanhã é dia de cantar: “Terra adorada. Entre outras mil
és tu, Brasil, ó Pátria amada! Dos filhos deste solo és mãe gentil
Pátria amada Brasil!”.

De norte a sul, de leste a oeste; principalmente em Belo Horizonte, São Paulo, Rio e Brasília. Amanhã é dia de encantar em verde e amarelo. Dia de desfilar, manifestar, pedir e desejar o País do Futuro, hoje e a partir de amanhã, com muita calma, ordem e respeito.

Terminemos com o próprio Chico Xavier, em uma quase profecia: “O Brasil tem tudo para ser privilegiado. Peçamos que cada um se faça agente da conciliação, esperança e otimismo, apesar dos conflitos. Desejemos aos nossos legisladores e estadistas que estejam unidos conosco nos votos a Deus, para que o Brasil continue este colosso de confraternização, de luz espiritual, em nome de Jesus”.

Somos a barreira final contra o Mal. Não só seremos o celeiro alimentício e de matérias-primas para o mundo, como também a grande fonte energética de luz material e espiritual.

Independência e Sorte.

Sorte de sermos, orgulhosamente, brasileiros acima de tudo.

Feliz Dia da Pátria, do Brasil e da Nova Independência, amanhã e sempre.

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